quarta-feira, 27 de junho de 2012

Vulcões


Vulcões

  • Vulcão 
  • Origem 
  • As erupções e seus perigos 
  • A forma dos vulcões 
  • Vulcões ativos, dormentes e extintos
  • Material produzido pelas atividades vulcânicas
  • Atividades Vulcânicas no Brasil Curiosidades 
  • Uma cidade e uma história impressionantes   

   Vulcão é uma estrutura geológica em terra ou no mar, por onde extravasa magma, uma massa de rocha fundida de alta temperatura, constituída em grande parte de silicatos,  misturados com vapor de água e gás. Essa estrutura comunica-se com uma câmara subterrânea profunda, onde o magma fica armazenado, a câmara magmática. Além do magma, saem pelo vulcão outros materiais, como gases e partículas quentes (como cinzas).



A palavra vulcão deriva de Vulcano, deus do fogo na mitologia romana (Hefaístos para os gregos).


A ciência que estuda os vulcões é a Vulcanologia, criada na década de 1980.  






    Um vulcão típico tem formato cônico e montanhoso, mas de proporções variáveis. Essa estrutura é característica do vulcanismo de erupção central, mas há também, o vulcanismo de fissura, em que o magma, em geral de composição basáltica, sai não através de um conduto cilíndrico, mas através de grandes fendas na crosta terrestre.



    Apesar de se assemelharem bastante na forma, vulcão e montanha são diferentes na estrutura e no modo de formação. A montanha forma-se pela deformação da crosta terrestre, devida a esforços de compressão que atuam ao longo de milhares de anos. O vulcão pode surgir rapidamente (o Paricutín formou-se em um ano) e tem uma estrutura, composta por chaminé, cratera e cone vulcânico Este último forma-se não por deformação da crosta, mas por acúmulo do material ejetado do interior da Terra durante as sucessivas erupções.


     Nos últimos 2 milhões de anos, formaram-se de pelo menos 10.000 vulcões, dos quais quinhentos apresentaram atividade constante durante muito tempo. Hoje, cerca de vinte vulcões mostram-se intensamente ativos.

     A origem e distribuição dos vulcões está relacionada com a distribuição das placas tectônicas, massas rochosas rígidas que formam a crosta terrestre e que deslizam sobre o manto, material subjacente de consistência plástica.
     Onde há choque de duas placas constituídas inteiramente de crosta oceânica, ou seja, de basalto, uma delas, não se sabe qual, mergulhará sob a outra e sofrerá fusão. Nessa região, chamada de zona de subducção, surge um conjunto de pequenas ilhas vulcânicas distribuídas em forma de arco.  De todos os vulcões visíveis, 95% estão em zonas de subducção.

    Se uma placa oceânica choca-se com uma continental, a placa oceânica mergulha sob a outra, por ser mais pesada, formando também zona de subducção. A imensa placa do Pacífico desloca-se para o norte, cerca de 1 cm por ano, e choca-se contra a placa norte-americana, mergulhando sob ela. Por isso, localizam-se na costa daquele oceano cerca de 60% dos vulcões ativos do planeta, o que deu à região o nome de Anel de Fogo do Pacífico. A placa de Nazca choca-se contra a América do Sul e assim formaram a cordilheira dos Andes, com seus vulcões e terremotos. Esse tipo de vulcanismo é o mais estudado, e o magma pode ter composição bem mais variada do que aquele formado onde duas placas se afastam.

    Se o choque for de duas placas continentais, pode não haver subducção (mergulho de uma sob a outra), e surgir uma cadeia de montanhas, pela deformação das rochas. Nessas áreas, o vulcanismo pode estar ausente, embora os terremotos, por serem de pequena profundidade, sejam perigosos. Um exemplo e a Cordilheira do Himalaia, formado pelo choque da Índia com a Ásia.  A placa africana está se chocando contra a placa eurasiana, provocando terremotos na Turquia e no Irã, por exemplo. Mas, na região onde estão o Etna e o Vesúvio, há uma pequena subducção, por isso existem esses dois vulcões.

     A famosa Falha de Santo André (San Andreas Fault), na Califórnia, é o encontro de duas placas continentais que não se chocam de frente e sim deslizam uma rente à outra. Ali os terremotos são frequentes e podem ser perigosos, mas não há vulcanismo.

     Se duas placas estão se afastando, surge vulcanismo submarino. Ele é responsável pela expansão do fundo oceânico em diversas zonas do globo. Esse tipo de vulcanismo é o mais comum de todos, representando 80% da atividade vulcânica da Terra, mas, é muito pouco observado, por ocorrer no fundo dos oceanos. A lava sai através de fraturas na crosta e espalha-se para os dois lados da fratura, sem grandes eventos explosivos. Essas fraturas podem ter poucos metros de largura e alguns quilômetros de comprimento. A Cadeia Mesoatlântica é uma extensa crista que existe no meio do oceano Atlântico, e que mostra focos de vulcanismo desse tipo. Ela marca a zona de separação da placa sul-americana e da placa africana. Na Islândia, essa cadeia aflora e ali é o único local onde se vê vulcanismo basáltico continental.

    Embora pouco comum (só 5% dos vulcões), há também vulcanismo no interior das placas tectônicas, não só nos bordos. Isso corre quando existe, no manto terrestre, um ponto quente 

 Desenho vulcão havaiano - (Fonte: Teixeira, 2000)
Desenho vulcão havaiano - (Fonte: Teixeira, 2000)

(hot spot), local onde o magma se concentra e ascende até à superfície, se encontrar uma brecha para tanto.  Nessa situação, como a placa está se movendo, mas o ponto quente permanece fixo, aparecem na superfície da Terra vários vulcões ao longo de uma linha, que são cada qual mais jovem que o que lhe antecede, seguindo em um determinando rumo geográfico. Exemplo desse tipo de vulcanismo são as ilhas vulcânicas do Havaí. No desenho acima, pode-se ver como aquela área vulcânica forma uma faixa, com vulcões cada vez mais antigos, de Noroeste (5,1 milhões de anos)  para Sudeste (400 mil anos ou menos).



A localização dos pontos quentes pode ter pouca ou nenhuma relação com as placas tectônicas, mas alguns cientistas acreditam que muitas dessas áreas marcam os antigos limites de placas.






   A fase inicial de uma erupção parece principiar com um abaulamento do solo, acompanhado de tremores da terra. Formam-se fendas nas regiões de maior fraqueza da zona abaulada e conseqüente saída explosiva de gases, ejeção de água subterrânea e terra. A seguir, verifica-se a abertura e limpeza da chaminé e expulsão de cinzas, blocos, bombas, e finalmente dá-se o derramamento de lava.



   Uma em cada dez pessoas no mundo mora perto de vulcões ativos ou potencialmente ativos, correndo, por isso, permanente risco de morte.


   Nas erupções, blocos arredondados ou lava parcialmente consolidada caem do céu e esmagam tudo o que encontram pela frente. Torrentes de lava cercam e prendem as vítimas, queimando-as vivas. Terremotos, muitas vezes associados às erupções, destroem prédios.

   Nuvens de lava quente, cinzas de pedra-pomes e gases incandescentes jogam pessoas para o alto e as incineram em segundos.  Nuvens de dióxido de enxofre asfixiam e envenenam. Nuvens de gás carbônico sufocam.  Nuvens de ácido clorídrico corroem os pulmões.

   Quando as erupções acontecem em áreas de geleiras, podem provocar uma inundação de lama, formada a partir da neve e do gelo derretidos, capaz de destruir pequenas cidades. Em 1985, o Nevado del Ruiz derreteu uma geleira e sepultou uma cidade inteira, matando 23.000 pessoas.
   Muitas vezes os vulcões geram tsunamis e pelo menos um quarto das mortes provocadas por vulcões nos últimos 250 anos deram-se por afogamento ou esmagamento causados por ondas gigantescas.  Assim foi com a maioria das 35.500 pessoas que morreram na monumental erupção do Krakatoa de 1883.

    A importância das erupções é medida pelo Índice de Explosividade Vulcânica (VEI – Volcanic Explosivity Index), adotado internacionalmente. Ele é determinado pelo volume de material expelido e pela altura a que chega esse material e só se aplica a erupções explosivas.

   O maior VEI já registrado, de valor 8, foi a erupção do monte Toba, onde é hoje Sumatra, há 74.000 anos. A explosão formou um imenso lago de 84 km por 24 km e largura e deixou camadas de poeira de 46 cm de espessura no fundo do oceano a quase 2.500 km de distância.

   O VEI 7 corresponde à erupção de 1815 do vulcão Tamboro, na mesma zona de subducção do Toba.






   A forma dos vulcões depende muito da natureza da lava que dele sai. Os vulcões do Havaí expelem lavas muito fluidas e muito quentes, que se espalham facilmente, sem grandes explosões. O cone vulcânico é muito largo, assemelhando-se a um escudo.  O Mauna Loa, por exemplo, tem 120 km de diâmetro.



   Vulcões que expelem lavas viscosas formam grandes cones, normalmente com uma pequena cratera no cume e flancos íngremes.  Um exemplo é o vulcão Mayon, nas Filipinas (foto a seguir) e o monte Fuji, no Japão. Como a lava é viscosa, ela escoa com dificuldade e no final da erupção obstrui a cratera. 



 Foto vulcão mayon Filipinas - Fonte: Wikipédia
Foto vulcão mayon Filipinas - Fonte: Wikipédia

Quando o magma começa a subir novamente, esse tampão dificulta sua saída, o que leva a um grande aumento da pressão por ele exercida. Chega um ponto em que a pressão supera a resistência do tampão de lava e ocorre uma explosão muito forte, muitas vezes tão forte que destrói todo o cone vulcânico.



   A caldeira é uma depressão de grande diâmetro, com uma massa elevada no centro, que se forma pelo desmoronamento total ou parcial de uma cratera. Mede entre 15 e 100 km² de diâmetro.


   Pode formar-se em horas ou dias e sempre pela saída violenta de gases.

   Um exemplo é a região do Parque de Yellowstone, nos EUA. Em Poços de Caldas (MG), há restos de uma caldeira de 30 km de diâmetro, que existiu há 90 milhões de anos, bem visível em imagens de radar ou de satélite. A distinção entre cratera e caldeira nem sempre é clara.

   Os vulcões podem ser classificados de acordo com sua forma e tipo de erupção. Há várias classificações, que incluem categorias como havaianos, peleanos, plinianos, vulcanianos e strombolianos.






    Normalmente considera-se ativo o vulcão que está em erupção ou que mostra sinais de instabilidade, com pequenos abalos ou emissões de gás significativas.  Alguns autores consideram ativo qualquer vulcão que se saiba já ter um dia entrado em erupção. Exemplo de vulcões ativos são o Etna (Itália), o Pinatubo (Filipinas) e o Monte Santa Helena (EUA).



    Vulcão dormente é aquele que não se encontra atualmente em atividade, mas que poderá mostrar sinais de perturbação e entrar de novo em erupção (razão pela qual é monitorado por centros sismológicos). O vulcão Licancabur (foto abaixo), no deserto de Atacama (Chile), é um exemplo, embora  não se tenha registro de sua última erupção. 



 Foto vulcão licancabur no Chile
Foto vulcão licancabur no Chile


   Vulcão extinto é aquele que os vulcanólogos consideram pouco provável que entrem em erupção de novo.



   Essa classificação é discutível, porque ninguém, a rigor, pode garantir que um vulcão nunca mais entrará em erupção ou que outro, inativo há 5.000 anos, não vá entrar em atividade. A caldeira de Yellowstone, por exemplo, não entra em erupção há 640.000 anos, mas é considerada um vulcão ativo porque tem atividade sísmica, atividade geotérmica e porque o solo, na região está sendo soerguido em ritmo bastante acelerado.





   Os produtos formados pelas atividades vulcânicas são:



    Lava: material rochoso em estado de fusão que atinge a superfície terrestre. As mais comuns são as lavas basálticas, que atingem 1.000 a 1.200º C. Deslocam-se com velocidade de alguns quilômetros por hora, mas já se registrou derrame de lava a 100 km/h.


   Piroclastos: fragmentos de rocha lançados na atmosfera em erupções explosivas.

   Vulcanoclastos: fragmentos de rocha formados por erosão.

   Depósitos piroclásticos: materiais soltos ou misturas de cinzas vulcânicas, bombas, blocos e gases produzidos em erupções violentas de gases. Fragmentos angulosos pré-existentes ou da própria erupção depois de cimentados formam brechas vulcânicas. Os fragmentos menores, jogados no ar e depois depositados, formam os tufos vulcânicos.

    Nuvens ardentes: torrentes de baixa densidade que se deslocam costa abaixo, com velocidades extremamente altas (até 200 km/h), e temperaturas também altíssimas (em geral mais de 700º C), acompanhadas de som ensurdecedor.

    Fumarolas: exalações de gases e vapores através de pequenos condutos que podem continuar em atividade por décadas e até séculos após a erupção vulcânica.

   Gêiseres: fontes que expelem água a altas temperaturas e com grande regularidade. A água infiltra-se a partir da superfície e retorna a ela por ação do calor proveniente do magma. O jato de água dá-se em sentido vertical e o intervalo varia desde alguns segundos até muitas semanas. A temperatura da água varia, sendo às vezes inferior a do seu ponto de ebulição, podendo, excepcionalmente, atingir 138º C.

Os gêiseres ocorrem nas regiões de vulcanismo moderno, sendo assim considerados atividades finais do vulcanismo.  Tanto neles como nas fumarolas, sente-se cheiro de enxofre, às vezes forte.

 Foto gêiseres de El Tatio, no deserto de Atacama (Chile).
Foto gêiseres de El Tatio, no deserto de Atacama (Chile).


Na foto ao lado, gêiseres de El Tatio, no deserto de Atacama (Chile). 








   O Brasil não possui nenhum vulcão ativo, mas no fim da Era Mesozóica ocorreram manifestações vulcânicas de altíssima intensidade. Esse vulcanismo atingiu o que é hoje o sul do Brasil, mais São Paulo e Mato Grosso do Sul, além de Uruguai, Paraguai e Argentina, num total de 1.200.000 km2. É a maior área de vulcanismo basáltico existente no mundo.



   As ilhas oceânicas brasileiras distantes da costa possuem uma constituição basáltica. Com exceção dos Abrolhos, que se situa na plataforma continental, essas ilhas são porções emersas da Cadeia Mesoatlântica.


    Um grupo de pesquisadores do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo localizou, no Pará, um dos maiores vulcões conhecidos e o mais antigo de todos. Sua idade é estimada em 1,85 bilhão de anos e é surpreendente seu estado de preservação, apesar dos efeitos da erosão. A maioria dos vulcões desse tipo ainda preservados se formou há menos de 250 milhões de anos. Os estudos mostraram que, a partir de dezenas de pequenas erupções, ocorreu ali uma erupção gigantesca, catastrófica, que culminou com a formação de uma caldeira de 22 km de diâmetro. O vulcão está localizado entre os rios Tapajós e Jamanxim e não há estrada de acesso ao local.



FONTES CONSULTADAS



MARIENSE, L. P. Vulcões.  www.cprm.gov.br (Acessado em 21.01.2009)

TEIXEIRAW.  Vulcanismo – produtos e importância para a vida.  In: TEIXEIRA, Wilson et al. org.  Decifrando a Terra.  São Paulo:  Oficina de Textos,  2000. 568p. il.  p. 347-380.  il.

WIKIPÉDIA EM PORTUGUÊS. Vulcão. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Vulc%C3%A3o# Ti  pos_de_vulc. C3.A3o), acessado em 21.01.2009

WINCHESTER, S.  Krakatoa, o dia em que a mundo explodiu.  Rio de Janeiro, Objetiva, 2004.  429p. il. p.




CURIOSIDADES


  • O Monte Olimpus em Marte, a maior montanha do sistema solar, é um vulcão.  Ele tem 26 km de altura e no seu cume há uma depressão com 65 km de diâmetro. Marte tem quatro grandes vulcões, bem maiores que qualquer vulcão terrestre.
  • Em Io, satélite de Júpiter, vulcões expelem lavas com temperaturas muito maiores que as registradas na Terra e com jatos de enxofre e outros gases que chegam a mais de 300 km de altura.
  • Ao todo, existem cerca de 1.500 vulcões atualmente, 627 dos quais estiveram ativos nos últimos 10.000 anos. Num ano, temos em média sessenta erupções vulcânicas na Terra.
  • Vênus é um planeta geologicamente ativo e cerca de 90% da sua superfície são constituídos por basalto o que leva a crer que o vulcanismo desempenha um papel importante na modelagem da superfície do planeta. Os derrames de lava estão bastante presentes e muitas das estruturas da superfície de Vênus são atribuídas a formas de vulcanismo que não se encontram na Terra. Outros fenômenos são atribuídos a erupções vulcânicas, tais como as mudanças na atmosfera do planeta e a observação de relâmpagos.
  • Em 1943, foi testemunhado o nascimento de um vulcão, o Paricutín, no México, e sua evolução foi observada em todos os seus detalhes. Alguns meses antes da erupção, perceberam-se tremores de terra e no dia 20 de fevereiro formou-se repentinamente uma longa fenda, na qual se iniciou logo a seguir expulsão de gases e cinzas. Porém, dois dias depois foi que começou o derramamento de lava, principalmente de modo explosivo, alternando-se com a formação de camadas de material piroclástico, levantando-se, desta maneira, uma elevação de cerca de 170 m de altura em uma semana. Em poucos meses, ela atingiu 330 m. Contudo, a partir do ano seguinte as atividades já se tornaram limitadas.
  • Nos últimos 250 anos, houve cerca de 90 tsunamis provocados por erupções vulcânicas.
  • Na erupção de 24.08.1883 do Krakatoa, houve quatro grandes explosões. A última e maior delas, foi ouvida a 4.776 km de distância (até hoje, nenhum som sem amplificação foi ouvido tão longe de sua fonte). Ela fez tremer prédios a 800 km de distância e matou uma pessoa, ao provocar sua queda, a quase 2.000 km  do vulcão.  Krakatoa era uma ilha com três picos. Dois deles, metade do terceiro e o que havia ao redor dos três simplesmente desapareceu do mapa.  A onda de choque causada pela quarta explosão deu a volta ao mundo  sete  vezes !  As cinzas espalharam-se por todo o mundo e provocaram fenômenos luminosos muito estranhos e belos no céu. O pôr-do-sol durante meses teve cores magníficas, a ponto de o pintor William Ascroft haver pintado 533 aquarelas mostrando as cores do fim do dia em Chelsea (Inglaterra). Viu-se a Lua azul e o Sol, verde.  Foi a erupção que mais matou gente na história (35.500 pessoas).
  • O vulcão Nyiragongo, na África, é dos mais perigosos que há. Seus fluxos de lava são imensos e imprevisíveis, matando pessoas, plantas e animais, inclusive elefantes.
  • Na cordilheira dos Andes, há um vulcão a cada 100 km, em média. Só na ilha de Java, há 21 vulcões ativos. Mais de 90% dos vulcões da Terra estão em apenas nove países: Indonésia, Japão, Estados Unidos, Rússia, Chile, Filipinas, Nova Guiné, Nova Zelândia e Nicarágua




Referência Bibliográfica:  








sábado, 16 de junho de 2012

Geologia

Geologia

A Geologia (“geo” = terra, “logia” = estudo; geologia = estudo da Terra) é uma ciência multidisciplinar, mas que é considerada academicamente como uma ciência da área de exatas. Ela tem um campo muito vasto, necessitando de muito conhecimento em química, física, matemática e até em zoobotânica.

A Geologia estuda a origem, a formação, a estrutura e a composição da estrutura da Terra e os fenômenos formadores da mesma, que agem não somente sobre a superfície, como também em todo o interior do nosso planeta. Também procura determinar cronologicamente a evolução geral, as modificações estruturais, geofísicas e biológicas ocorridas na história da Terra, ou seja, procura entender as alterações sofridas por nosso planeta ao longo do tempo.

Por ser um curso tão multidisciplinar, inicialmente a Geologia e a Biologia eram ministradas juntas, num curso conhecido como “Ciências da Terra”. Com o tempo foram vendo que esses dois cursos tinham focos e habilitações diferentes e que precisavam ser ministrados separadamente. 

Existem indícios que comprovam o uso do termo Geologia pela primeira vez no ano de 1493, pelo Bispo Richard de Bury, para distinguir os teólogos dos juristas que se preocupavam com as coisas terrenas.  

O Curso  

O curso de Geologia, também conhecido como Engenharia Geológica dura no mínimo 5 anos, e visa à formação de profissionais especializados no estudo da composição, estrutura e história evolutiva da Terra e capacidade de aplicar este conhecimento no aproveitamento, potencialização e preservação dos recursos naturais e no planejamento do uso e ocupação do solo.

No curso, além das aulas teóricas, há muitas aulas práticas (parte considerável do curso, com aulas em laboratórios e trabalhos de campo), onde a teoria é usada praticamente e que em essência é o que o geólogo faz na sua vida profissional. O curso começa com um ciclo básico, com disciplinas das áreas de química, matemática, física e biologia, mas já no primeiro ano o aluno tem atividades de campo para se familiarizar com os conteúdos próprios da Geologia. Em seguida se inicia um ciclo profissionalizante, com disciplinas como petrografia (descrição e análise de rochas), sedimentologia e paleontologia, de conteúdo geológico fundamental, aplicado à descoberta e aproveitamento de minério, combustíveis e recursos hídricos, à engenharia e ao meio ambiente.  

Na metade do curso a ênfase é dada à formação profissional, com aulas de geologia econômica, sensoriamento remoto, tratamento de minérios, geologia urbana, etc. Nos trabalhos de campo, o estudante faz mapeamentos e coleta de material que será mais tarde analisado em laboratório. 

Hoje em dia, com o advento da informática, muitos trabalhos utilizam-se de computadores. Vários tipos diferentes de programas são usados, como o Corel Draw, Word (para relatórios), AutoCAD, Microstation (CAD) que faz parte da família MGE, utilizada para Processamento Digital de Imagens (PDI) e Sistema de Informações Geográficas (SIG), além de outros programas.

Então, para ser um bom geólogo, além de ter conhecimento em exatas e em computação, é importante gostar de fazer trilhas, acampar no meio do nada, gostar de laboratórios e, principalmente, ter uma mente aberta, necessária para conseguir compreender os complexos processos da formação do nosso planeta.  

A Função do Geólogo   

O geólogo estuda a ação das forças naturais sobre o planeta e seus efeitos, como a erosão, a glaciação e a desertificação. Para isso, ele analisa fósseis, minerais e a topografia dos terrenos. Ele classifica rochas ígneas, sedimentares e metamórficas, que ocorrem tanto na superfície terrestre quanto no subsolo. Também localiza e explora jazidas minerais, depósitos subterrâneos de água e reservas de petróleo, carvão mineral e gás natural.  

O geólogo procura evitar os danos que a exploração desses recursos possa causar ao meio ambiente, além de elaborar relatórios de impactos ambientais e analisar terrenos antes da realização de obras importantes, como túneis, usinas, estradas, pontes, condomínios, barragens, ferrovias, etc.  

Em suma, abaixo estão listadas algumas áreas onde um geólogo pode trabalhar:

- Prospecção e exploração de recursos minerais, hídricos e energéticos; 

- Caracterização de materiais terrestre (minerais, rochas, fósseis, minérios); 

- Ensino de geologia em estabelecimentos de ensino médio e superior

- Geologia aplicada à engenharia de túneis, barragens, estradas, aterros, contenção de encostas, dentre outros;

- Sondagem, incluindo locação de poços; 

- Avaliação de impactos ambientais e projetos de recuperação ambiental;  

Especializações

Hidrogeologia: Descobrir depósitos de água subterrâneos e planejar sua exploração de forma a garantir a pureza das águas. Conforme o tipo de rocha, a água nela armazenada comporta-se de maneira diferente. Com base na mineralogia e no grau de alteração dos minerais dessas rochas é possível prever a qualidade química natural de uma água subterrânea, que é definida pela quantidade relativa dos principais elementos químicos dissolvidos que a água apresenta. Através da hidrogeologia é possível verificar a vazão de poço, a recarga do aquífero e outras informações necessárias ao bom aproveitamento e proteção destes depósitos subterrâneos de água. 

Geologia Ambiental: Planejar a ocupação de territórios e avaliar o risco geológico (erosões, enchentes e deslizamentos) a que essas regiões possam estar submetidas. Aplicar os conhecimentos geológicos à resolução de problemas decorrentes da ocupação humana, na superfície terrestre, como recuperar solos e águas contaminadas. Essa área consiste no estudo dos equilíbrios e desequilíbrios geológicos decorrentes da relação que existe entre o homem e a superfície terrestre, assunto no qual a importância vem crescendo muito ao longo dos anos.  

Geologia Territorial: É um ramo da geologia que estuda a distribuição, posição e forma das áreas ocupadas por diferentes tipos de rocha, ou unidades geológicas, na superfície terrestre.  

Geofísica: Pesquisar os fenômenos elétricos, térmicos, magnéticos, gravitacionais, radioativos e sísmicos do planeta. Essa área é voltada à compreensão da estrutura, composição e dinâmica da Terra, sob a ótica da Física.  

Engenharia Geológica: Fazer o levantamento geológico e geotécnico de áreas para a construção de represas, túneis e estradas. Estuda a recuperação de áreas degradadas por atividades de mineração.  

Geologia do Petróleo: Localizar e explorar reservas de hidrocarbonetos (petróleo e gás natural), dentro da área de recursos energéticos. Essa área atua tanto na prospecção, exploração e uso, como nos estudos e pesquisas sobre a natureza, a origem e as composições particulares dos diversos hidrocarbonetos. 

Geoquímica: Estudar a composição e os processos químicos e reações que governam a composição de rochas, solos, águas e dos ciclos de matéria e energia que transportam os componentes químicos da Terra pelo tempo e espaço. A geoquímica serve para conhecer a distribuição dos elementos químicos na Terra e em outros planetas, descobrir causas para as composições químicas observadas em materiais naturais, e estudar as reações químicas na superfície e interior da Terra. 

Geologia Histórica: Estudo da seqüência dos acontecimentos passados na Terra em tempos idos como nos revelam as rochas e os fósseis. É um dos ramos da geologia que se propõe descrever as diversas etapas da história da Terra, desde os tempos de sua origem até os nossos dias. Para a reconstituição dos fatos passados na superfície do globo terrestre lança-se mão principalmente de dois métodos: estratigráfico e paleontológico. Um processo que também se usa para datar certas formações é a desintegração radioativa.  

Geologia de Engenharia: Refere-se à aplicação dos conhecimentos geológicos à engenharia, com o objetivo de garantir que os fatores geológicos, que afetam a localização, construção e manutenção das obras de engenharia, sejam perfeitamente reconhecidos e aplicados, no sentido de garantir a sua segurança.  

Geologia de Mineração: Localizar jazidas minerais e estudar a viabilidade econômica de sua exploração; nessa área estudam-se os fatores geológicos diretamente relacionados à abertura, operação e fechamento de minas. Incluí a área de Geoestatística. Ultimamente um dos maiores empregadores de geólogos tem sido essa área, embora a procura tenha estado em queda ultimamente. É um ramo fundamentalmente ligado aos preços de commodities (metais, minerais industriais) em mercados internacionais. O estudo dos recursos minerais é vasto e procura identificar, classificar, analisar e prever os vários recursos naturais dos quais dependemos em nosso dia-a-dia.  

Gemologia: Estudar e analisa o caráter físico e químico de materiais gemológicos, conhecidos como gemas. A composição, estrutura, propriedades físicas e ópticas desses materiais gemológicos são essenciais nessa ciência. Há também o estudo da origem das gemas e de suas jazidas. Identificar gemas e distinguir as naturais das suas imitações, as sintéticas é uma das funções dessa área. Pesquisar tipos de tratamentos destinados a melhorar o aspecto da gema e conseqüentemente aumentar o seu valor comercial.  

Geomorfologia: Ciência que estuda as formas de relevo, o clima da região e as diferentes forças endógenas e exógenas que, de modo geral, entram como fatores construtores e destruidores de relevo terrestre. A Geomorfologia pode ser dividida em: geomorfologia continental (modelo continental) e geomorfologia submarina (modelo submarino). No conceito básico da geomorfologia consideramos; Forma, Descrição, Gênese e Evolução.  

Geologia Econômica: É a geologia aplicada aos problemas econômicos. Há problemas particulares concernentes ao solo e subsolo que só podem ser resolvidos por geólogos. Entre os diversos exemplos destacaríamos o abastecimento de uma cidade em água potável, a construção de edifícios (implantação e gabarito), a localização e construção de barragens, as pesquisas minerais, etc.  

Geologia Estrutural: Estudo das transformações, em todas as escalas, da forma, orientação e situação de corpos rochosos, no decorrer do tempo geológico. Estuda as deformações crustais, o mesmo que estudo do arcabouço do subsolo (formas estruturais primitivas ou originais).  

Mercado de Trabalho e Rendimento Profissional 

O mercado de trabalho está bastante aquecido para o geólogo, não só pela descoberta de petróleo na camada do pré-sal, mas também por causa de obras que estão sendo realizadas no país. A Petrobras e outras empresas que vão explorar esse petróleo estão contratando muitos geólogos e engenheiros de petróleo, que tem por função principal localizar possíveis poços de gás e petróleo.  

Outro setor que geralmente está aquecido é o de mineração. Esse setor foi muito afetado pela crise econômica mundial, mas está novamente expandindo as atividades e recontratando. Há vagas espalhadas por todas as regiões do país, especialmente na região central. Na mineração, o geólogo geralmente vai para o campo explorar determinada região atrás de jazidas minerais, mas pode também ficar dentro de centros de pesquisa fazendo análises dos minérios encontrados. Acordos do Brasil com outros países devem abrir oportunidade para que empresas brasileiras, como a Companhia Vale do Rio Doce, expandam suas operações. Empresas do setor público, como a Petrobras e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais, costumam abrir concursos para contratar geólogos, que também podem ser requisitados por laboratórios de pesquisa científica e tecnológica. 

Geólogos podem trabalhar na área de construção civil, onde os conhecimentos dos geólogos, relativos principalmente a solos, são essenciais para assegurar condições de segurança e economia na elaboração de projetos de engenharia.  

Quem trabalha no campo da geologia ambiental pode encontrar chances de emprego nas prefeituras para fazer planejamento e análises de risco, a fim de evitar enchentes e deslizamentos de encostas, além de fazer laudos para empresas, com finalidade de prevenir a contaminação de solos e água. Empresas de todo o Brasil que fazem monitoramento para evitar vazamentos em postos de gasolina também costumam contratar geólogos para elaborar análises técnicas.  

Entre as muitas áreas em expansão, há a gemologia, onde geólogos especializados nesse ramo são contratados por diversos setores com a finalidade de analisar pedras preciosas – um exemplo disso são grandes bancos, como a Caixa Federal e o Itaú, e de casas de penhores, que contratam gemólogos (geólogos especializados em gemologia), a fim de analisar o real valor de jóias guardadas/penhoradas nesses locais. Outra dessas áreas em expansão é a geologia forense. Ministérios públicos, federais e estaduais, começam a abrir vagas para essa área – esses profissionais são contratados para fazer perícias baseadas nas técnicas da geologia e conseguem descobrir, por exemplo, a origem de um carregamento de cerâmica contrabandeada com base na análise da argila. Ou, ainda, podem ser chamados para analisar vestígios de barro em cenas de crime para determinar de onde é o material. 

Prevê-se também crescimento na área acadêmica, com oportunidades como professor e pesquisador, em instituições de ensino superior. Para dar aula nos cursos superiores, é necessário ter, no mínimo, mestrado e doutorado.  

O mercado de geologia emprega pessoas em ramos tão vastos que é difícil precisar médias de mercado. Varia muito, ainda, com o mercado nacional ou internacional no qual está trabalhando. O setor público tradicionalmente remunera menos do que o privado.  

O salário inicial de um geólogo recém formado gira em torno dos 3.060 reais (6 horas diárias; fonte: Crea-SP). 

Os melhores salários são destinados a geólogos de exploração – onde há riscos, a remuneração geralmente é melhor. Um exemplo de um trabalho difícil, mas muito bem pago, é o realizado em plataformas de petróleo. São 15 dias em alto mar, trabalhando exaustivamente, e 15 dias em terra, descansando. A remuneração desse tipo de trabalho pode chegar a 17.000 reais. Já no ramo de consultorias, os salários giram desde R$200 por dia, até US$1.000 por dia.  

O mercado de geólogos é cada vez mais autônomo e mundial, e está em grande crescimento e consolidação.  

Onde trabalhar 

° Empresas de pesquisa mineral, de mineração, de engenharia civil, de sondagem, de hidrografia; 

° Empresas e entidades científicas e de pesquisa; 

° Empresas de consultoria e assessoramento;

 ° Estabelecimentos de ensino superior; 

° Empresas públicas, prefeituras, etc.    


Fontes:  

http://www.cprm.gov.br/publique/media/geologia.pdf 

 http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/meio-ambiente-ciencias-agrarias/geologia-603128.shtml

  http://www.cbpm.com.br/paginas/oque_geologia.php  

http://www.creasp.org.br/ 

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Geologia 

 http://www.geologiabr.hpgvip.ig.com.br/geologia.htm  

http://ocb.sites.uol.com.br/geointro.htm

Referência Bibliográfica:

http://geologiabr.net/br/o-que-e-a-geologia/

Planeta Terra

PLANETA TERRA



Idade:  Aproximadamente 4,7 bilhões de anos

Métodos  de datação 
  • Geocronologia –  estudo sobre a evolução e a idade da Terra, através das rochas.
  • Datação relativa - as rochas das camadas inferiores são progressivamente mais antigas.
Métodos  de datação 
  • A datação radiométrica é o procedimento do cálculo da idade absoluta de uma rocha e dos minerais que contém  certos radioisótopos (isótopos radioativos). Em  outras palavras, é o procedimento do  calculo da idade absoluta de uma rocha  por meio da medição da quantidade de energia emitida pelos elementos radioativos.

Estrutura  Interna da Terra 
Núcleo Interno 
Núcleo Externo 
Manto 
Crosta 


OBS: A  Crosta é  dividida em crosta oceânica   (SiMa) e crosta continental  (SiAl).


Deriva  Continental

Que  forças movem as Placas  Tectônicas?

Tectônica  de Placas

Os  Agentes do Relevo
Dinâmica Interna (Endógenos)‏
  • Tectonismo
  • Vulcanismo
  • Abalos  Sísmicos
Tipos  de Movimentos

Orogenia  – Movimentos Orogênicos 
  • Movimentos Rápidos,  no sentido horizontal.
Consequências: Cadeias mesoceânicas,  Cadeias Montanhosas e Cordilheiras. 
Cordilheira dos Andes 
Podem originar ilhas oceânicas  (arco de ilhas e Hot spot)‏

Tipos  de movimento de Placa:  Orogênese 
  • Colisão de Placas  Tectônicas – Limites de placas Convergentes.
  • Podem gerar Ilhas Oceânicas, Formação de “Arco de Ilhas” (Arquipélago Japonês), Cordilheiras (Andes, Himalaia, Rochosas).
Limites  Divergentes 
  • Tem como maior  conseqüência a formação de cadeias mesoceânicas.
Hot  spot – Pontos quentes 
  • São pontos abaixo das placas litosféricas, onde as atividades magmáticas são mais intenças.
  • Podem ocorrem intraplaca ou em limites divergentes de placas.
  • Como consequência, podem surgir ilhas oceânicas (arquipélago do Havaí) intraplaca, platôs oceânicos (regiões sob bordas de placas em distanciamento (formação da Islândia).
Movimentos  de Placas 
  • Epirogenéticos: São  movimentos lentos, no sentido vertical
Consequências: Falhamentos,  Transgressões e Regressões marinhas.

Abalos  Sísmicos   


Ocorrem geralmente  e com maior magnitude nas bordas de  placas tectônicas.
  • Podem ocorrer também em regiões intraplaca, porem com escala de magnitude menores. (caso Brasileiro)‏
  • Os terremotos são medidos por Intensidade e Força (Magnitude)‏
Abalos  Sísmicos no Brasil

  • Intemperismo  e Erosão
  • Águas correntes
  • Dinâmica  glacial
  • Ventos
  • Precipitações
Os  Agentes do Relevo
Dinâmica Externa (Exógenos)‏
  • Derrubada  de matas em declives
  • Derrubada  de matas em áreas  aplainadas
  • Queimadas
  • Uso  inadequado do solo
  • Ocupação  inadequada
A  Ação do Homem

  • Ígneas ou magmáticas
    • Intrusiva ou plutônica - Granito
    • Extrusiva ou vulcânica - Basalto
  • Sedimentares
    • Detríticas – Arenitos
    • Químicas
      • Inorgânicas - Lateritos
      • Orgânicas - Calcários
  • Metamórficas
    • Ardósias, gnaisses, mármore e quartizitos
Natureza  e Origem das Rochas
Exemplos  de Tipos de Rocha
    
Granito – Ígnea Intrusiva 
Arenito - Sedimentar 
Metamórfica

Exemplos  de Tipos de Rocha 


Basalto – Ígnea Extrusiva
Gnaisse – Metamórfica

Os  Crátons 
  • Correspondem a  estrutura mais antiga do território Brasileiro.  (Pré Cambriano).
  • Sofreram intensos processos erosivos o que explica de modo geral seu relevo desgastado e rebaixado.
  • Apresentam-se de duas formas:
  • Escudos Cristalinos – Afloramento Rochoso
  • Embasamento Cristalino – Formam o alicerce para bacias sedimentares.
Bacias  Sedimentares 
  • Correspondem a depressões com detritos ou sedimentos carreados de áreas circunjacentes (erosão).
  • São nas bacias sedimentares que se formam os denominados combustíveis fósseis.
  • No  Brasil existem Bacias sedimentares:
- De grande extensão:  Bacia Amazônica, do Parnaíba e do Paraná.
- De Pequena extensão:  Do recôncavo, Tucano e litorânea.

Referência Bibliográfica 

webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:1qtlWgGtK4sJ:blog.educacional.com.br/geografia2012/files/estrutura_geologica_relevo-aula1.ppt+forma%C3%A7%C3%A3o+do+arquip%C3%A9lago+%C2%B4de+hava%C3%AD&cd=40&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br